"Receio não ter entendido muito bem..." começou Stanhope, surpreso. "Dois a menos", gritou Stanhope. "Bom trabalho, Billy!"!
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E agora, depois de dias de solidão e noites de terror, Maurice estava de pé novamente, do lado de fora, onde podia sentir a brisa da madeira e sentir o doce aroma das plantas e do fogo aceso. Ele se perguntava há quantos anos estivera longe de tudo. Quantos anos teria agora? Por que sua mãe não respondia às suas perguntas? Ele não percebia que sua voz estava fraca; havia se esquecido de que sua mãe era surda. Tudo o que sabia era que ninguém mais se importava com ele, nem mesmo sua própria mãe. Suas mãos fracas agarravam a bandagem em seu pescoço, como se quisessem arrancá-la e arremessá-la para longe. Sua cabeça afundou fracamente contra a parede, e as lágrimas lhe vieram aos olhos. Todos os corações a bordo do Minorca, britânicos como eram, deviam desejar que aquele espetáculo galante não caísse em desuso, com algo superior a ela em peso de bordo e perfeito em equipamento a bordo. Embora todos sentissem que a sequência de tal encontro deveria ser inevitável: a partida do barco de dois andares, equipado com arsenais improvisados, acompanhado de um prêmio poderoso, ambos com destino, digamos, às águas doces e encantadoras de Plymouth Haven.
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"Pronto", gritou ele, quando finalmente chegou à clareira e o apito foi guardado no bolso da camisa de flanela, "Vou me despedir de vocês agora, tchau, por um instante. Vou até a loja do Spencer para ver a alegria nos olhos dele e pedir que me confie algumas compras de que vou precisar até a próxima mesada chegar da terra natal. E não tenho dúvidas de que ele fará isso com prazer, porque, no fundo, ele é um homem bom, sem dúvida." "Certamente", ela disse, "eles não são tão ferozes quanto dizem?" "Ah, sim, senhor."
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